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O
churrasco que veio do pantanal Sérgio
Reis prometeu e cumpriu. Baixou em Canela com meia tonelada
de carne – principalmente maminha, picanha e fraldinha
embaladas a vácuo – para proporcionar aos convidados
da Festa Nacional da Música um churrasco inesquecível.
A chuva não permitiu que os espetos de carne permanecessem
num rodízio de 24 horas, acompanhados de trovas de
gaita e violão, como todos queriam. Mas a carne correu
solta por dois dias inteiros. E foi saboreada com gosto pelos
artistas, convidados e estudantes que visitaram o hotel Laje
de Pedra em busca de contato e autógrafos de seus ídolos.
Desde o início das articulações para
a Festa Nacional da Música, Sérgio Reis já
havia decidido que traria uma grande quantidade de carne da
marca Pantaneira, produzida em sua fazenda no Mato Grosso,
para oferecer aos participantes da Festa. O cantor Rui Biriva
foi o embaixador gaúcho na recepção à
delegação vinda da região pantaneira.
Além da quantidade e da qualidade da carne, Sérgio
Reis não esqueceu de um detalhe importante: trouxe
também um coordenador de churrascos, supervisor de
assador, para fazer frente à tradição
gaúcha de excelentes profissionais no ramo. Seu sócio
João Gessi, além de cuidar da carne, mantinha
os olhos fixos no céu e perguntava constantemente:
“quando é que esta chuva vai parar?”.
Não se sabe se o caminhão de carnes retornou
vazio.O certo é que terão de caprichar no próximo
ano, quando o movimento certamente será bem maior.
E não deverá chover tanto.

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