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Nacional da Música

De 18 a 22 de outubro de 2015 | Canela RS

Artistas

Ronaldo Bastos

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Ronaldo Bastos

Um dos maiores compositores brasileiros, Ronaldo Bastos é diretor da União Brasileira de Compositores (UBC). Homenageado na Festa Nacional da Música em 2013, ele volta este ano à Canela.

Fascinado pelo que ouvia no rádio, pelos sambas “do meio de ano” e do Carnaval, e pela música de Dorival Caymmi, arriscou suas primeiras composições ainda muito jovem.

Em 1958 mudou-se para a Cidade do Rio de Janeiro, em plena efervescência da bossa nova, onde procurou novos parceiros, entre amigos de colégio e de juventude. Foi assim que ele conheceu Milton Nascimento, com quem compôs “Três Pontas”, dando início a uma criativa parceria que renderia clássicos como “Fé Cega, Faca Amolada”, “Cais”, “Nada Será Como Antes” e “Cravo e Canela”.

Compôs mais de 400 canções, tendo como parceiros além de Milton Nascimento, Antonio Carlos Jobim, Toninho Horta, Lô Borges, Beto Guedes, João Donato, Johnny Alf, Marcos Valle, Nelson Ângelo, Joyce, Caetano Veloso, Edu Lobo, Flávio Venturini, Tavinho Moura, Paulo Jobim, Danilo Caymmi, Lulu Santos, Marina Lima, Vinicius Cantuária, Guilherme Arantes, Ritchie, Ed Motta, Celso Fonseca, entre muitos outros. É considerado também um dos maiores versionistas brasileiros.

Além da interpretação dos próprios parceiros, suas canções foram gravadas por grandes vozes como Elis Regina, Sarah Vaughan, Gal Costa, Tim Maia, Nana Caymmi, Caetano Veloso, Adriana Calcanhoto, Alaíde Costa, Emilio Santiago, Maria Bethânia, Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Mart’nália, Ney Matogrosso, Astrud Gilberto, Pedro Aznar, Sandra de Sá, Simone, Zizi Possi.

Produziu os discos clássicos da MPB “Clube da Esquina”, de Milton Nascimento e Lô Borges; “Minas” e “Geraes”, de Milton Nascimento; “A Página do Relâmpago Elétrico”, “Sol de Primavera” e “Amor de Índio”, de Beto Guedes; “Chora Brasileira”, de Nana Caymmi; “Recado” de Gonzaguinha, entre outros. Nesses e em outros projetos ele também foi um inspirado autor das capas dos discos, introduzindo no Brasil a cultura de incluir letras e nomes dos músicos participantes das gravações. Em 1989 lançou “Cais”, disco produzido por Milton Nascimento, com novas gravações de seus clássicos interpretadas por grandes nomes da MPB.

Em 1994 criou a Dubas Música, gravadora que virou referência de música moderna produzida no Brasil e tem mostrado a marca autoral de Ronaldo Bastos na produção, no tratamento gráfico, na escolha dos artistas e do repertório, revelando novos talentos como Pedro Luís, Jussara Silveira, Wado, Momo, Affonsinho, Brasov, A Filial, Os Ritmistas, Rodrigo Rodrigues, Os The Darma Lóvers, Oswaldo G. Pereira e Fino Coletivo. O selo desenvolve também um trabalho primoroso na pesquisa e relançamento de clássicos da música popular brasileira até então fora de catálogo. Em parceria com o produtor Leonel Pereda, introduziu no mercado um novo conceito de compilações de música brasileira e produziu novas pérolas da discografia brasileira como “Juventude / Slow Motion Bossa Nova”, disco dele em parceria com Celso Fonseca, “Esquema Novo”, de Meirelles e Os Copa 5, e “Jet-Samba”, de Marcos Valle.

Obras:
Cais (c/ Milton Nascimento), 1972; Fé Cega, Faca Amolada (c/ Milton Nascimento), 1975; Nada Será Como Antes (c/ Milton Nascimento), 1972; Amor de Índio (c/ Beto Guedes); Trem Azul (c/ Lô Borges), 1982; Zanga Zangada (c/ Edu Lobo), 1973; Todo Azul do Mar (c/ Flavio Venturini); Chuva de Prata (c/ Ed Wilson); Sorte e Slow Motion Bossa Nova (c/ Celso Fonseca), Outono no Rio (c/ Ed Motta), Samba do Soho (c/ Paulo Jobim).

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