Redes sociais
Facebook Twitter YouTube Instagram
Aplicativo da Festa
Baixe nosso aplicativo.
Disponível na Apple Store
Disponível no Google Play
Newsletter

Cadastre-se para receber nossas newsletters.

Nome*

E-mail*

#VOCENAFNM
Marta Faé com Rosemary

Marta Faé com Rosemary

+ Ver mais fotos
Vídeos
legenda

Vídeos da Festa no Youtube

+ Ver mais vídeos
Notícias do evento
Revista Festa
Nacional da Música

De 18 a 22 de outubro de 2015 | Canela RS

Notícias

Força das mídias e das plataformas digitais marcam debate gospel na Festa da Música

Clique para ampliar

Artistas e executivos da música fazem oração no final do debate. (crédito: Jackson Ciceri/Festa da Música)

Clique aqui para baixar a imagem em alta resolução
Artistas e executivos de gravadores reconhecem que a presença nas redes socais é cada vez mais importante para as carreiras

A expansão das plataformas digitais e sua importância crescente para a difusão do trabalho dos artistas é uma tendência reconhecida em todo o meio musical e, em especial, no segmento Gospel. O debate Mídias Sociais e Música Digital promovido na Festa Nacional da Música 2015 reafirmou essa realidade. Conduzido pelo cantor nativista e gospel Fábio Vargas, o evento teve duas rodadas de discussão.

A primeira contou com os executivos de gravadoras Maurício Soares, da Sony, Cláudia Fonte, da Som Livre, e Alomara Andrade, da MK Music, ao lado de Jeferson Baick, representante do site Garagem Gospel, e de Felipe Kannenberg, diretor do Grupo Dial de Comunicação. Eles constatam o crescimento do mercado digital, mas não são unânimes quanto à extinção de outras mídias, como os CDs. Soares apontou que hoje 72% do faturamento total da Sony vem do meio digital e quando o assunto é o gênero Gospel, o percentual chega a 68%. “2015 foi o grande ano de virada do mercado físico para o digital”, registrou.

Já Claudia e Alomara apontaram que o mercado digital é importante para o artista Gospel, mas ainda concorre com as demais plataformas. “É uma tendência muito atual, mas ainda temos públicos diferenciados”, avaliou a executiva da Som Livre. Ela destaca que a demanda física de música é importante, entretanto a empresa trabalha conciliando as plataformas. A coordenadora da MK Music lembrou que entre 70% e 75% do faturamento da gravadora provém da venda de “produtos físicos” e 30% do universo digital. Porém, Alomara afirmou que sua empresa investe fortemente nas redes socais e tem boas parcerias com grandes expoentes desse mercado no segmento de vídeo e vai ingressar no streaming – a transmissão de conteúdo on-line.

Um exemplo do avanço da mídia digital é o site Garagem Gospel, que oferece espaço para que artistas componham um perfil completo on-line – vídeos, fotos, agenda – sem nenhum custo. A plataforma lançou um selo para identificar seus talentos, ingressando em uma tendência que todos concordam que têm potencial de crescimento e pode abrigar todos os estilos. “O (meio) digital é um formato muito democrático”, reforçou Jeferson Baick. Quanto à relação do meio digital com as rádios, Felipe Kannenberg defendeu a complementariedade dessas mídias e mostrou a vantagem. “Nós, enquanto emissoras, nos beneficiamos da democracia que a internet tem”, disse. E até apontou que, muitas vezes, a rádio pode prever qual o artista que vai ‘bombar”.


Polêmicas

A segunda rodada de discussões contou com a presença dos cantores Leonardo Gonçalves, Ton Carfi, Jonas Villar, Geraldo Guimarães, Roberto Marinho, Marcos Nunes, Brunno Velasco, Roberto Marinho e Yuri Soares que concordaram que estar presente nas redes sociais é importante e polêmico. Gonçalves defendeu que usa as plataformas para divulgar o trabalho e não para expor a vida pessoal – algo que o público muitas vezes exige. “E preciso controlar [a exposição] nas redes. Não dá para ser refém do público.”

Carfi apontou que estuda as redes e como usar cada uma de forma mais eficiente para divulgar o trabalho. “As mídias sociais não são só um reflexo da realidade, elas ajudam a aumentar a sua popularidade”, admitiu. Villar reconhece que o público gosta de conhecer a intimidade do artista e ele até posta fotos da família nas redes, mas que essa exposição sempre pode mal interpretada. Já Marinho relatou que quem deseja estar nas redes deve estar preparado para lidar com as críticas. Ele relatou que já apresentou seu posicionamento político e foi atacado duramente por seus seguidores.

Mas o assunto mais efervescente do debate foi a pretensa contradição entre música secular e religiosa e se o artista gospel é um profissional ou “ministro da palavra”. A reação ao tema foi unânime: os cantores reconheceram que são profissionais, que produzem música de alta qualidade, e que não devem ser “demonizados” quando suas letras não usam o “evangeliquês”, apontou Nunes. No final, os cantores e a plateia se uniram em uma celebração religiosa, cantando a música “Renova-me”, como tradicionalmente são encerrados os debates sobre o universo gospel na Festa Nacional da Música.


Festa da Música na Web
www.festanacionaldamusica.com.br
www.facebook.com/festanacionaldamusica
www.twitter.com/festadamusica
www.instagram.com/festadamusica


Claudia Kovaski – Reg prof. 7973
Renate Melgar – Reg. prof. 15.696
Karen Espinosa – Reg prof. 8873
Assessoria de Imprensa Festa Nacional da Música
(51) 3325-6249 / (51) 9845-8211


Clique para ampliar

Debate Mídias Sociais e Música Digital. (crédito: Jackson Ciceri/Festa da Música)

Clique aqui para baixar a imagem em alta resolução
Clique para ampliar

Debate Mídias Sociais e Música Digital. (crédito: Jackson Ciceri/Festa da Música)

Clique aqui para baixar a imagem em alta resolução
Clique para ampliar

Debate Mídias Sociais e Música Digital. (crédito: Jackson Ciceri/Festa da Música)

Clique aqui para baixar a imagem em alta resolução
Clique para ampliar

Debate Mídias Sociais e Música Digital. (crédito: Jackson Ciceri/Festa da Música)

Clique aqui para baixar a imagem em alta resolução


+ Veja a relação completa de notícias

<Voltar